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Gerador de CPF Aleatório

Guia para equipes

LGPD e dados de teste

Restaurar um backup de produção no ambiente de homologação é o atalho mais comum e um dos mais arriscados. Existe alternativa que dá o mesmo resultado sem expor ninguém.

FAQ

Perguntas frequentes sobre LGPD e dados de teste

CPF é dado sensível pela LGPD?
Não. Pela LGPD o CPF é dado pessoal, porque identifica uma pessoa natural, mas não está na lista de dados pessoais sensíveis do art. 5º, II: origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização religiosa, filosófica ou política, dados de saúde ou da vida sexual, dados genéticos e biométricos. A diferença importa, mas não é licença para relaxar: o CPF continua exigindo finalidade, segurança e base legal, e combinado com outros dados pode expor a pessoa.
A LGPD proíbe usar dados reais em ambiente de teste?
Nenhum artigo diz isso com todas as letras. O que existe são princípios que tornam a prática difícil de justificar: finalidade e necessidade (art. 6º), que pedem o mínimo de dados para o objetivo, e segurança (art. 6º, VII, e art. 46), que exige proteger os dados em todos os ambientes. Como dados fictícios entregam o mesmo resultado em teste, copiar a produção dificilmente passa no critério da necessidade. Se for inevitável, anonimize antes: dado anonimizado deixa de ser dado pessoal (art. 12).
Um CPF gerado por ferramenta online é dado pessoal?
Em geral não: um número gerado ao acaso, sem ligação com nome ou outros dados, não identifica ninguém. A ressalva é que ele pode coincidir com o CPF de uma pessoa real, e no momento em que você o associa a dados de alguém de verdade, o conjunto passa a ser tratado como dado pessoal. Por isso, em teste, combine CPFs gerados apenas com nomes e e-mails fictícios. Este texto é informativo e não substitui a orientação do jurídico ou do encarregado de dados (DPO). Gerar CPFs fictícios.